segunda-feira, 12 de abril de 2010

Briefing e identificação de elementos gráficos

Hoje a aula é totalmente prática. Vamos lá:

Grupo 1- Como conversamos na nossa reunião de Pauta o projeto gráfico do Jornal Parauara será desenvolvido pela Oficina de Criação da UFPA, isso significa que "passaremos a bola" da nossa pesquisa, mas calma, sem desespero, nós teremos nosso próprio jornal, de periodicidade mensal, para, apartir da nosa pesquisa, desenvolvermos um projeto gráfico.
Como vamos deixar o Parauara para a Oficina de Criação, o nosso briefing terá que ser ainda melhor detalhado, uma vez que não participaremos do desenvolvimento. Em vista disso, cada grupo selecionará uma área da pesquisa para desenvolver um texto detalhado sobre. No fim, sob minha orientação e supervisão do colega Pedro Henrique Thomas, que é o chefe de hoje, vamos unir os textos, revisálos e transformá-los num briefing.

Grupo 2 - Enquanto isso, o grupo da cola, papel e caneta que está na sala de Leitura "descobrindo" as características gráficas de um impresso.

LEMBRANDO: Na próxima aula TODOS têm que trazer papel, caneta, cola, fita adesiva, lápis de cor, giz de cera, etc...

Allez, allez...Vamos lá!

Profa. Kalynka

9 comentários:

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  3. Análise dos elementos gráficos e formato do Jornal Parauara

    Segundo a pesquisa realizada pelos estudantes de comunicação, chegou-se a conclusão de que a comunidade acadêmica demonstra satisfação em relação ao formato tablóide do jornal Parauara. Por apresentar um tamanho menor, manuseio mais fácil e leitura mais agradável.

    O tipo de papel usado para o jornal é outro ponto que agrada. Dos 19 entrevistados, 16 deles aprovaram, por ser um papel de alta qualidade e não soltar tinta. Isso mostra que, mesmo sendo um papel mais caro, agrada ao público.

    Graficamente, o que se espera do jornal Parauara é um visual claro, objetivo, simples e funcional. Além de inovação, ousadia e modernidade. O equilíbrio do formato também foi citado como elemento procurado pelos leitores. Um jornal com um visual mais limpo e organizado chama mais atenção do leitor, principalmente por atrair atenção ao conteúdo.

    Uma opção a ser considerada para a produção do jornal é uma maior organização de seu layout, com concordância entre as fontes utilizadas. A disponibilização das imagens no papel, em maior equilíbrio com os textos, também é bem-vinda. E, por fim, uma maior participação dos alunos de publicidade e propaganda.


    Emilia, Jéssica e Eulândia.

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  4. Dentro do projeto gráfico de um jornal, em termos gerais, as fontes são a segunda parte de um processo mais amplo que possibilita tanto a identificação agradável do conteúdo, quanto a percepção da proposta editorial do periódico. Na tentativa de encontrar elementos que possibilitem a análise do Jornal Paraura, foram realizadas pesquisas de campo sobre os índices de satisfação a respeito da estrutura e composição do jornal. Dentre elas, o uso das fontes.

    Os índices de satisfação (12) e não-satisfação (7) obtidos em pesquisa não nos permitem uma definição clara a respeito da aceitação das fontes utilizadas no Paraura. Os números muito próximos revelam que a tipografia precisa ser alterada para que o nível de aceitação seja maior. Na pesquisa propositiva que perguntou: "As fontes devem ser mais tradicionais ou modernas?", se percebe uma tendência de valorização do elemento moderno (30 votos) na identidade do jornal. Essa tendência é confirmada quando comparamos os resultados dos outros itens, que revelam uma preocupação no sentido da inovação, ousadia e modernidade, tanto graficamente quanto editorialmente. Essa aspiração não é contemplada pela edição zero do jornal, que se utiliza de fontes tradicionais, como Arial, para compor seu projeto gráfico. De acordo com as pesquisas - e levando em consideração uma mudança na linha editorial e gráfica do jornal - propomos o uso de um conjunto tipográfico que anuncie a modernidade e inovação aspiradas pelos leitores. Sugestões: Diavlo (uma fonte moderna e elegante, ideal para títulos)

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  5. A pesquisa de opinião direcionada aos alunos e funcionários em geral da FACOM teve como objetivo indicar o perfil de um jornal experimental do curso de Comunicação Social, que agradasse ao nosso público alvo. Diante dessa experiência, verificamos que os entrevistados, ao responderem a pergunta: “ O que você espera de um jornal do curso de Comunicação da UFPA”, apontaram diversos temas e características que o jornal deveria abordar, e constatamos que o desejo da inovação e modernidade foram as mais citadas, o que pressupõe um público majoritariamente jovem, atraídos pelo novo, quebrando com o tradicionalismo dos grandes jornais, seja no sentido gráfico e de conteúdo. O âmbito acadêmico requer dos alunos além da teoria, a práxis pedagógica, o que significa a busca pela experimentação. Nesse sentido, outro fator de destaque foi exatamente a experimentação, que entendemos como sendo o momento em que se pode exercer a aprendizagem, e testar novas possibilidades de formato, de textos, entre outros.
    Outros aspectos mencionados, em escala decrescente foram: informações sobre a UFPA, cultura e lazer, crítico, temática regional, linguagem acessível, utilidade pública, livre e independente.Todos analisados a partir de um gráfico elaborado tomando como base a pesquisa de opinião, incluindo aí as características citadas no primeiro parágrafo.

    Ariana Luz, Mayara Maciel e Paulo Henrique Gadelha

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  6. A turma de Jornalismo 010/2009 realizou ainda outras duas pesquisas: uma entre 19 pessoas da área de Comunicação e Artes e outra entre 21 pessoas de outros institutos da Universidade Federal (UFPA), totalizando 40 entrevistados. As pesquisas tiveram o objetivo de captar a opinião do público em relação ao jornal Paroara. Foram avaliados o tipo de papel, as cores, o título, as cores, as fontes, a disposição de elementos e a logomarca do jornal.
    A pesquisa apontou que, dentre os alunos e funcionários da Faculdade de Comunicação (Facom) e de outras áreas da Universidade, a grande maioria se mostrou satisfeita com o tipo de papel utilizado, com o título do jornal, bem como com as fontes utilizadas. Já em relação à logomarca e à disposição de elementos, o índice de satisfação mostou-se menor, ou seja, apenas cerca da metade dos entrevistados da Facom se disse satisfeita. O maior índice de insatisfação foi relativo às cores, uma vez que 12 entrevistados afirmaram que é necessário que ocorra uma melhora. O gráfico dos outros entrevistados dos outros institutos da UFPA se mostou a satisfação com todos os índices. Mas, para eles, a logomarca é o quesito que mais precisa melhorar.
    Bianca Leão, Flávio Meirele e Karina Menezes.

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  7. CADÊ O TEXTO DO PESSOAL RESPONSÁVEL PELAS CORES (Andréa Neves e Sávio Senna)?

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  8. AZUL E VERMELHO SÃO AS QUERIDINHAS DA FACOM

    Movidos pelo desejo de melhorar o projeto gráfico do jornal laboratório “Paraura”, os estudantes de Comunicação Social 2009 realizaram uma pesquisa de opinião entre alunos e funcionários. A pesquisa revelou a preferência por um jornal colorido, e dentre as cores destacaram-se a azul e a vermelha.
    O resultado deve-se a uma possível associação às cores utilizadas na logomarca da Faculdade de Comunicação, na qual a cor vermelha representa o curso de jornalismo e a cor azul, o de publicidade.
    Cores e Signos
    Essas cores também possuem aspectos próprios, podendo tornar a leitura do jornal mais agradável. Além disso, elas têm qualidades distintas e ao mesmo tempo complementares. O vermelho é uma cor quente que sugere energia e dá ideia de movimentação constante, enquanto o azul é uma cor fria com aspectos de serenidade e confiança. Dessa forma, o uso das duas proporciona um equilíbrio semiótico ao jornal.
    Acreditando nesse equilíbrio, o jornal laboratório Paraura deve conter em seu projeto gráfico detalhes que contemplem esta harmonia, sabendo utilizar a dualidade das cores de maneira eficaz.

    Sávio Sena e Andréa Neves

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Jornalista, designer, professora da UFPA, coordenadora de Cultura da AF de Belém...